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Chi-cle-te

  • Foto do escritor: biologar
    biologar
  • 1 de jun. de 2020
  • 2 min de leitura

A matéria-prima mais comum para produção de chiclete é o petróleo, logo o tempo mínimo para sua decomposição é no mínimo de 5 anos (ainda é mais rápido que uma sacola plástica).


Quem nunca jogou chiclete no chão? Dizem que não seria um erro tão grande, já que ambos são feitos de petróleo, no entanto isso pode gerar outros problemas como:


. Poluição visual

. Aumento de manutenção por chiclete grudado em portas, bancos, mesas, solas de sapato

. Ingestão desse material por animais e causar engasgamento ou asfixia


Aqui no Brasil o melhor a se fazer ainda é descartar o chiclete como resíduo não-reciclável cuja destinação será um aterro sanitário onde o seu impacto será controlado.


No Reino Unido, o chiclete mastigado pode ser reciclado e servir com matéria-prima de diversos produtos desde lixeira para chiclete, sola de sapato, pente, galocha, copo reutilizável, tênis, régua, lápis... veja alguns exemplos feitos pela Gumtec©.


Nos Estados Unidos a Simply Gum desenvolveu uma receita de chiclete biodegradável que usa açúcar de cana bruto orgânico, base de chicle natural (cera de candelilla, ácido cítrico) sabor natural, glicerina vegetal orgânica, farinha de arroz orgânico.

Um outro cenário que não poderia ficar de fora é o que acontece em Singapura, desde 1992 o governo proibiu a fabricação, importação e venda de chiclete.


O motivo foi os altíssimos custos para manutenção e limpeza do chão, placas, bancos de praça que tinham chicletes grudados. Imagina que havia tanto chiclete acumulado nas portas do metrô que elas acabaram não conseguindo fechar, causando atrasos e interrupções em seu serviço por questão de segurança (como aqui, o metrô não anda se as portas estiverem abertas ou mal fechadas).


O consumo de chiclete só está liberado o consumo apenas de chiclete de nicotina para fins medicinais e cuja venda é restrita para farmácias.


Siga @biologaroficial e veja mais sobre descarte de resíduos!


 
 
 

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