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Pi-po-ca!

  • Foto do escritor: biologar
    biologar
  • 19 de abr. de 2020
  • 2 min de leitura

Nessa quarentena sem a possibilidade de ir ao cinema (e muitos outros lugares), ficamos em casa mais tempo que o costume. Uma das opções para se distrair é fazer uma sessão "cinema/série em casa" e adicionar uma pipoquinha pra dar um clima.

Se a escolha for pipoca de microondas, o que fazer com o saco de papel cheio de manteiga ou tempero? E aquele plástico fininho da embalagem externa?

Após estourar a pipoca no microondas o saco da pipoca fica engordurado, com tempero, mas ainda assim é reciclável! E o plástiquinho? Ele é RECICLÁVEL, mas NÃO é RECICLADO.

A história se repete como no caso do Isopor, por ser um material muito leve não é rentável para catadores, cooperativas e recicladores. Essa história vai se repetir muitas vezes por aqui, porque o plástico BOPP (polipropileno biorientada) é muito utilizado em alimentos por conseguir preserva-lo em variações de temperatura com o isolamento térmico, assegurar que não haja vazamento, evitar o contato do produto com gases. Além do material facilitar a impressão, empacotamento ($). Apenas como curiosidade, o símbolo que deve ter na embalagem de BOOP é aqui do lado.



O que pode ser feito então?

A sugestão é reduzir o consumo desse tipo de pipoca e optar pela pipoca de panela que tem vários benefícios:

  • Economizar uma graninha:

1 pacote de 500g de milho para pipoca custa entre 3 e 4 reais

1 pacote de pipoca de microondas de 100g custa entre 2 e 3 reais

1 pacote de pipoca de microondas de 50g custa perto de 1,50

  • Fazer a pipoca ao seu gosto: quantidade que você quer, optar por óleo, manteiga e outros temperos. Veja aqui opções para incrementar sua pipoca http://www.coroa.com.br/pt-br/post/ideias-para-aprimorar-a-pipoca/. Não preciso dizer que a pipoca de microondas contém químicos como conservantes, gordura, aromatizantes, excesso de sódio.

Veja mais em @biologaroficial

 
 
 

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